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  • Foto do escritorAna Sou

Num sopro


Há um simples

Despretensiosismo

Aparente

No que, sem quê ou porquê,

fala e toca no coração

Da gente


A aparente simplicidade

Do caminho que se trilhou

No sem eira ou sem beira

E mesmo assim

Vislumbrar destino


Um simples acordar

Destino

Que se faz além

Fatalismo

Num coração que humano

Corpo

Caminha, Homem ou Mulher,

Divino

Se faz despretensioso

Enfim

Num suspiro que em Amor

Se inspira

Consente

Cria


Numa doce eternidade

Que se faz vida...


Ana Sou


(num sopro, a ouvir Vinícius de Moraes)

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