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  • Foto do escritorAna Sou

Amor Maduro


A 27Dez2021 quando fiz esta Pintura facial, dei expressão a esta Energia em Mim e a partilhei, longe estava de saber que o meu olhar tinha O chamamento para o regresso ao Lar.


Ao longo de vidas mantive acesa a memória de um Amor Maduro, Sereno e Pleno. Um Amor perdido na matéria das areias do Tempo.

Um Amor que a ampulheta da Alma sincronizou.


Ainda recentemente escrevi ...


"Eu Decreto Relacionar-Me intimamente com Aquele que reconhece a Mestria do meu Ser, a Sacralidade do meu Templo, o Propósito Divino Maior do Exercer o Ser, do imenso Desejo de viver a Alma em Corpo.


Eu Decreto Relacionar-Me intimamente nesta dimensão de Consciência, e em todos os 33 Corpos, com Aquele que em Amor e Manifestar, está alinhado comigo Cocriando, no Aqui e Agora, a Emanação do Complemento Divino em Ação, o Ser assim na Terra como no Céu, assim Dentro como Fora, Honrando a Experiência de Ser plenamente Humanos e plenamente Divinos.


Em verdade, Eu Mereço e Decreto Viver um relacionamento Íntimo pleno, sereno, maduro e de reNasSer em Presença, no instante Presente.

Que cada dia seja um deslumbre vivido com a Consciência da Alma que se reconhece e É.


Neste Decretar Eu Prescindo de todo Aquele que me trouxer o convite ao rescindir do anteriormente decretado.

Eu Sou o relacionamento Íntimo pleno do meu Eu Físico com o meu Eu Divino.

Eu Sou o meu Relacionar mais íntimo e pleno.

Que seja comigo quem o Expresse em Si e caminhe pleno no caminho."


Em verdade, o Divino traz-nos TUDO o que Acreditamos, Decretamos, Aceitamos Merecer e Confiamos.


Já houve quem tivesse a coragem de assumir que ficou com ciúmes, raiva e até inveja por ainda não ter esse relacionamento.

Abençoad@ todo Aquele que reconhece os convites de tudo quanto se esconde na Sombra e Se permite Ser, em transparência e, a cada instante, o Amor escolher.


O Amor maduro é o expressar de todos os Corpos e dimensões de Consciência numa fusão serena. É como se Te sentisses, ouvisses, visses e lesses noutro Ser, noutro corpo. Até às experiências de Vida são similares.

Um reconstruiu-se, o outro reinventou-se.

Antes do reencontro, todos os 7 véus tiveram de cair.

E Tu quando Decretas, Confias e Permites?


Desilude-Te.

Se Te traz sofrer, se Te desafia desde o âmago do teu Ser, não É Amor Maduro. É memória de dor.

Amor Maduro é pleno e sereno como rio que corre para o mar, como vaga que se espraia no areal. É possível e natural.

Só o que Te habita e, em Dor Te preenche, Te pode impedir de viver este Regresso ao Lar.

PermiteTe.

Mereces.


SOMOS!


AMOTE

A que Ama Eu Sou

Ana Sou

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