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7° Chakra - Coronário – Sahasrara

Corpo Átmico
Transmutação
Elemento Éter – Nota Musical Si – 972 Pétalas
Cor Predominante: violeta

O sétimo chacra, também conhecido por Sahasrara significa, em sânscrito, Lótus das Mil Pétalas. Este chacra, que possui a cor violeta, situa-se no alto da cabeça. Corresponde ao plexo cerebral e está ligado à glândula pineal (epífise), que é responsável pela produção de melatonina (substância que regula o sono e outros ritmos biológicos). Este lótus aparece circundado por mil pétalas, o que significa que para ele convergem mil nadis (dutos de energia).

Sua função é a espiritualidade e a iluminação. Não possui elemento relacionado e rege o cérebro. Este chacra só é ativado quando a energia ígnea conhecida como kundalini chega até ele, após ter atravessado e ativado os outros seis chacras, fazendo com que a pessoa atinja o nirvana (iluminação e libertação).
De cores variadas e altíssima velocidade em sua rotação, é a sede da consciência, centro da união divina.

Os chacras são degraus energéticos. À medida que vamos subindo, chegando ao chacra coronário, o nível de vibração aumenta. Por meio deste chacra, chegamos aos mais elevados níveis de meditação. Outra função atribuída ao sétimo chacra e à glândula pineal é receber as energias dos chacras e distribuí-las na função celular de todo o sistema endócrino.

Para equilibrar este chacra o mantra é AUM.

Dos sete chacras principais, este é o mais importante, pois é o responsável pela irrigação energética do cérebro. Bem desenvolvido, facilita a lembrança e a consciencialização das projeções da consciência. É muito importante na telepatia e na mediunidade. É o chacra por onde penetra a energia cósmica e por isso, relaciona-se com o corpo Búdico, Divino ou Causal. Comanda através da hipófise, o sistema imunológico, o baço e também governa a parte superior do cérebro, olhos, ouvido e sistema endócrino.

É o portal da espiritualidade, do reconhecimento de Deus em nós e no outro. Quanto mais energética for a pessoa, mais a sua aura se expande. É a principal corrente de força que nutre o corpo físico, carregando os chacras e emitindo energia aos demais corpos, integrando-os como um todo. O seu contorno deve ser forte e elástico para proteger o campo de energia humana de energias desqualificadas ou intrusas.
É também chamado de “flor de Lótus”. Possui 960 pétalas no exterior e 12 no centro. Sua cor é violeta branco. Rege o plexo nervoso: Córtex Cerebral, Glândula Pineal; o sistema fisiológico: Sistema Nervoso Central (controle central) e o sistema endócrino: Pineal ou Epífise. Comanda o cérebro superior e olho direito. Está associado à integração da personalidade com a vida, os aspetos espirituais da humanidade e o propósito de vida. Integra todo o ser físico, mental e espiritual. Responsável por todas as doenças mentais: dislexia, autismo, síndrome de Down, neuroses, estados maníaco-depressivos, esquizofrenia.
Esses distúrbios comportamentais e emocionais ocorrem na desconexão com o espiritual.
Sobre os aspetos positivos e negativos do desenvolvimento do chacra coronário, Patrick Drouot explica: “O sétimo chacra, chacra dos místicos, pode ser também o chacra dos esquizofrênicos. É um chacra ligado à iluminação. Segundo Ronald Laing, o pai da antipsiquiatria, os místicos e os esquizofrénicos encontram-se no mesmo oceano. Mas lá onde o místico nada, o esquizofrénico naufraga.
O místico é, pois capaz de apreender e gerar visões do após-vida, de entrar em estados de felicidade de Samadhi e de união, enquanto o esquizofrénico ignora o que lhe acontece. Ele está aqui e ao mesmo tempo do outro lado.

Qualifica-se de delírio místico a desequilíbrio do sétimo chacra, que tem necessidade de ser regulado/ equilibrado da mesma forma que a sua glândula endócrina correspondente, a glândula pineal”.

Influência no emocional

Quando equilibrado: realização do caminho da alma, capacidade de transformações, espiritualização, entendimento do mais elevado, acesso ao registo Akáshico, ao Eu Superior, fé profunda e confiança na verdade, libertação da forma, destruição do imperfeito, força, coragem, firmeza, poder de comandar, de liderar com absoluta segurança e conduzir de mentes, capacidade de abstrair e entender grandes causas e questões. Servir com amor universal e dedicação.

Quando em desequilíbrio: perda do sonho da alma, desencanto, insanidade, loucura, cristalização, negativismo, autopiedade, separação, dor da alma, sofrimento, agonia pela falta de entendimento da verdadeira dimensão do ser.

Influência no físico

Quando em desequilíbrio: Depressão, insónia, problemas endócrinos, tumores, inflamações dos nervos, problemas nos ouvidos e nos olhos, problemas imunológicos e envelhecimento precoce.

Quando em equilíbrio: libertação do ego, desapego, entendimento dos poderes espirituais, liberdade da materialidade, sabedoria iluminada, perda do medo da morte, coragem transcendente, comunhão com o Todo e entendimento da eternidade da alma.

O Uso das Cores Para a Cura

O violeta apresenta a mais alta taxa de vibração no espectro das sete cores.
Trata-se da cor dos imperadores e da realeza. O branco simboliza tanto a inocência quanto a perfeição. É a cor da página em branco, da criança sem experiência, da noiva virginal, mas também a cor do iniciado superior, refletindo a pureza que advém da inocência depois da experiência. O dourado simboliza a energia do sol e de tudo o que é sagrado. É a cor do metal mais precioso, que também simboliza a pureza. Por vezes é considerada a cor do princípio masculino, mas no chacra coronário deveria ser compreendido como algo que integra a sabedoria equilibrada e perfeita. O violeta é uma cor da purificação - visualizá-lo no chacra coronário ajudará a eliminar as impurezas do campo energético. O branco e o dourado ajudam a estimular o contato com o seu Eu superior e com os seus mentores.