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  • Foto do escritorAna Sou

Frágil



Frágil


no instante em que deambulo Pelos preâmbulos do Sentir Em que me fico aquém Do porvir No engano que vestido de emoção mente


Frágil


Na intempérie Embarcação, vaga e leme A guiar a tempestade No relâmpago que me troveja E a Alma reLuz Serenando as águas Vibrando ceptro da verdade


Frágil


No esplendor da minha Força Quando me Abraço Me sustento Me escolho e dou calor Suave AlmAlento


Frágil

No pavio e na chama Bruxuleante Luz de Esperança A abrir caminhos Na noite escura A sussurrar ao Tempo O acalmar da visão turva


Frágil


Quando dispo ilusão E me vejo em Templo Corpo Deusa que se expressa Mulher Bruxa e Criança Sem julgamento ou temor


Frágil


Eu Sou Pois só assim O Amor me despe Me veste E em Mim acontece omnipresente Na omnisciência da pele.


Ana Sou

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