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  • Foto do escritorAna Sou

A cisão do Sagrado? ... ou será união?

- Origem e movimento de repulsão/ fusão -


Nos últimos milénios vivemos a cisão entre o Sagrado Feminino e o Sagrado Masculino com este último a denegrir, torturar, aniquilar e violar o primeiro.

Porquê?

Como é que tal pôde/pode ser possível, permitido pela Energia Criadora Mãe-Pai Divinos?


Durante muito tempo aceitei a informação que recebi dos livros/textos que li que teria sido o Sagrado Feminino a primeira energia a desvirtuar o Masculino e que tudo o resto veio como consequência.

Procurei inclusivé nas minhas Meditações e Regressões pessoais ser levada à situação original que tivesse sido a origem da cisão. Na altura, foi quando recordei o fim da androginia no final da Era Lemuriana, memória que já partilhei, e nada me foi dado ver no sentido da responsabilidade/"culpabilização" do Feminino.

Hoje percebo o porquê.

Até esse pressuposto estava na sintonia com o pensamento patriarcal que atribui todas as culpas e falta de Divindade e Poder ao Feminino.

Mesmo os movimentos feministas e os círculos de Mulheres que apareceram nos últimos 100 anos assentaram neste pressuposto.

Com as mulheres a masculinizarem-se e a rejeitarem/insultarem e culpabilizarem o masculino e a acreditarem veementemente que têm que conseguir tudo sozinhas para se fazerem valer.

Não foi esta uma forma de perpetuar a separação, com um lado a querer ser mais que o outro, novamente?

Por isso mesmo, intuitivamente, nunca acedi a esses convites e sempre senti que a vivência do Ser se encontra no equilíbrio de todas as energias e facetas de Ser.


Há umas semanas atrás recebi a seguinte mensagem:

" A cisão foi uma escolha consciente do Sagrado Masculino para servir o Propósito da Aprendizagem e da Criatividade do Todo e do Uno.

Foi o Sagrado Masculino que aceitou separar-se do útero que lhe deu vida e o sustenta, passando a viver em sentimento de orfandade perpétua para permitir o mergulho na Ilusão, na separatividade e no medo.

Foi um ato de Amor Altruísta e Abnegado, ao qual o Sagrado Feminino correspondeu em aceitação, Gratidão e Amor.

Só assim se permitiu o nascer do Ego, da dor e do consequente movimento de tentativa de retorno ao útero com a vigência da energia do ódio para com o feminino como sinal profundo de mágoa e sentimento de amor perdido."


Ao separar-se, o Sagrado Masculino passou a centrar-se na força, no ego combativo e desmedido, no manipular pelo medo como forma de esconder a sua imensa dor de já não sentir a conexão com o Divino.

Já o Sagrado Feminino perdeu o foco, a capacidade de realização no aqui e agora, perdeu a voz e aprendeu a questionar a Intuição entregando-se à ignorância e ao abudo pela força bruta, aumentando a confusão geral e a incompreensão, que se tornou natural, entre o que é masculino e o que é Feminino, entre a densidade do plano 3D e a Divindade.

Uma visão profundamente desigual uma vez que a dimensão física representa só 1% do Ser.

Com tanto desequilíbrio, só foi pelo medo, pela manipulação e pelo esquecimento que se conseguiu cumprir o Desígnio Divino Maior da tomada de consciência e vivência da polaridade que permite a escolha no respeito pelas Leis Divinas Universais.


Agora, na Era Abençoada que vivemos e cocriamos com as nossas escolhas, pensamentos, palavras, atos e emoções, estamos a aceitar voltar à fusão original.

Que não mais será igual.

Agora vivemos o processo de fusão e ajuste em nós, no equilíbrio das energias do Sagrado do Coração - fusão do Feminino e do Masculino - resgatando dons, recuperando as hélices adormecidas do ADN e o corpo de Luz pentadimensional e elevando-nos aos códigos de Luz, Som e Criação que nos permitirão viver o processo no Todo, após a sua vivência no Eu.

Lembra-te: o processo começa sempre por Ti.


O que se aproxima é uma Era de Paz, na qual o Masculino abdica da força, do Medo, da Guerra e da manipulação para voltar a ser o colo que sustenta o Feminino, o colo que sente, vê, se aceita na fragilidade e na decisão e se permite ser guiado por este, pelo Feminino, enquanto o Feminino percebe que se pode abrir e entregar sem receios, reservas, julgamento ou sentir de inferioridade ao Masculino, guiando com Amor, delicadeza, sensibilidade e assertividade.


Em Ti o movimento, o reconhecimento, o poder cocriativo e o Amor.

Sentes?


Em Amor, Gratidão, Luz e Paz, Somos!

Ana Sou

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